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Volta emigrante!

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Os portugueses estão espalhados pelo mundo. Seja qual for o continente, facilmente se encontra um português ou até uma comunidade portuguesa. A maioria dos emigrantes procura salários melhores, melhores condições de trabalho e novas perspetivas para o futuro. Estima-se que se retornados todos os emigrantes e luso-descendentes, o nosso país possa chegar aos 12 milhões de habitantes.

Nos últimos anos, a emigração tem abrandado e já não apresenta os mesmos níveis que o período entre 2008 e 2014, o qual foi marcado pela crise. No entanto, a elevada quantidade de emigrações nesse período está a causar escassez de mão-de-obra. A maior comunidade emigrante portuguesa vive na França, seguindo-se o Reino Unido, a Suíça e a Alemanha. Estes países europeus são o destino de eleição dos emigrantes portugueses devido a fatores como: bons salários, mercados de emprego ativos e competitivos, culturas próximas e estatuto de cidadão europeu.

orçamentação de projetos de construção

O grande problema é que toda a mão-de-obra que emigrou por falta de emprego em Portugal não vê grande vantagem em voltar. Não querem receber menos, nem querem arriscar mudar para um emprego que possivelmente terá piores condições de trabalho. Sendo assim, torna-se fundamental que o governo implemente políticas de incentivo ao retorno dos emigrantes, ou que abra as portas a imigrantes provenientes de África ou América Latina para tentar aumentar a mão-de-obra disponível no país.

Esta escassez já está a afetar várias indústrias. Por exemplo, se viajar de carro dentro do distrito de Braga são poucas as fábricas que não têm um sinal na entrada a dizer “Admite-se colaboradores”. Lembre-se que o distrito de Braga é um dos maiores produtores da indústria têxtil e um dos maiores dinamizadores da economia portuguesa, nomeadamente nas exportações.

O setor da construção também tem sofrido bastante com a falta de mão-de-obra. O investimento no turismo em Portugal tem aumentado, sendo cada vez mais importante para a balança comercial. Têm sido construídos vários estabelecimentos dedicados à hotelaria, restauração e lazer, e a construção de habitações e infraestruturas não dedicadas ao turismo também tem aumentado. No entanto, prova-se cada vez mais difícil encontrar profissionais dedicados à construção.

De forma a tentar resolver esta situação, o governo português vai tentar chamar de volta cerca de 1.500 emigrantes com a atribuição de benefícios monetários através de um investimento de 10 milhões de euros no IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional). Esta nova medida vai entrar em vigor em julho, e vai oferecer apoios que podem ultrapassar os 6.500 euros por família. Contudo, o governo reconhece a complexidade destes programas de regresso, visto que, tomar a decisão de emigrar é tão complicado como tomar a decisão de voltar.

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Ao aliar estas medidas de incentivo ao retorno com políticas de abertura à entrada de imigrantes, Portugal estará num bom caminho para solucionar a escassez de mão-de-obra. Apesar deste processo poder demorar alguns anos a fazer a diferença será extremamente vantajoso para todos os setores na indústria portuguesa, e será absolutamente essencial para a sobrevivência do setor da construção.

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Autor: André Costa

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